26 maio 2016

Vamos participar do dia de Corpus Christi

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Hoje é dia de Corpus Christi

Anúncio do Evangelho (Lc 9, 11b-17)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, Jesus acolheu as multidões, falava-lhes sobre o Reino de Deus e curava todos os que precisavam.
A tarde vinha chegando. Os doze apóstolos aproximaram-se de Jesus e disseram: "Despede a multidão, para que possa ir aos povoados e campos vizinhos procurar hospedagem e comida, pois estamos num lugar deserto".
Mas Jesus disse: "Dai-lhes vós mesmos de comer". Eles responderam: "Só temos cinco pães e dois peixes. A não ser que fôssemos comprar comida para toda essa gente".
Estavam ali mais ou menos cinco mil homens. Mas Jesus disse aos discípulos: "Mandai o povo sentar-se em grupos de cinquenta".
Os discípulos assim fizeram, e todos se sentaram. Então Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes, elevou os olhos para o céu, abençoou-os, partiu-os e os deu aos discípulos para distribuí-los à multidão. Todos comeram e ficaram satisfeitos. E ainda foram recolhidos doze cestos dos pedaços que sobraram.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

Uma afronta aos educadores e educadoras brasileiros

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Tudo tem limite, diz o velho ditado popular. Porém, nessa semana chegamos a seguinte conclusão: o governo interino não tem limites. Aliás, não tem limites, pudor, ética, vergonha e por aí adiante...
Primeiro, as revelações de Jucá. Trata-se de uma confissão indubitável da farsa golpista que não compromete apenas o senador, seu grupo político (seria mesmo um grupo?) e os conspiradores do golpe. Atinge o sistema de justiça; confirma a participação descarada da imprensa golpista no processo fajuto; aponta para um "eles", o PSDB (o partido que perdeu as eleições e não aceita a derrota) e, finalmente, compromete o interino. Afinal, segundo Jucá, Temer foi citado como se tivesse sido consultado a respeito da criação de um "pacto" cuja finalidade seria acalmar a sociedade (qual sociedade?) que estava angustiada com os efeitos da Operação Lava Jato. Aliás, diga-se de passagem, o jornal alemão Ziet, comentando o escândalo das gravações perguntou, referindo-se ao governo ilegítimo: “regierung oder gangsterbande?” Tradução: Governo ou gangsters?
Depois, os áudios vazados de Renan e Sarney: velhacas (como dizia Ulisses Guimarães) raposas que operam no obscurantismo. Todos a confirmar o verdadeiro motivo do golpe: apear a presidenta Dilma do poder para que os usurpadores rifem o país. E tudo sob os auspícios das ninfas supremas. Não há como negar o óbvio ululante!
Agora, como se não bastassem tantas patifarias em série, vemos estampados nos sites de notícia a informação da audiência do ministro da (des)educação (um sujeito cujo currículo não seria, por mérito, nem diretor de escola), com um ator pornô.
Não sou moralista como essa trupe conservadora que impediu recentemente, por exemplo, a distribuição pelo Ministério da Educação de material sobre educação sexual para a escolas. Não tenho nada contra atores pornô. Porém, o novo conselheiro do ministro da (des)educação há algum tempo atrás notabilizou-se por fazer apologia ao estupro em plena rede nacional de TV. Realmente, deve ser um grande especialista em educação do  governo interino!
O que vimos hoje é uma abissal afronta aos educadores e educadoras desse país. Um país cujo sistema educacional precisa de mais atenção, investimento e respeito por parte dos governantes e que recebe, deste (des)governo um tapa na cara despudorado.  
Indignação é insuficiente para expressar o sentimento diante de tamanha afronta. A organização que tomou o país está nos fazendo de otários; abusa da nossa paciência; provoca-nos cotidianamente. Apoiado por um oligopólio midiático-golpista que esconde, seleciona, manipula e mente acerca dos desmandos cotidianos, o governo interino tripudia o tempo todo dos milhões de brasileiros.
Uma coisa é certa: em pouco mais de uma semana temos certeza que se trata do governo mais medíocre e tacanho da história deste país.
Tudo tem limite!

Dilma: áudios confirmam que "impeachment foi uma grande armação"

Roberto Stuckert Filho:  
Presidente Dilma Rousseff afirma que incluirá em sua defesa contra o impeachment o áudio em que Romero Jucá defende "estancar a sangria" da Operação Lava Jato com a troca de governo e destaca que a conversa "deixa claro" que o impeachment "foi realizado com desvio de poder, ou seja, buscando-se finalidades totalmente estranhas à lei"; em novo bate papo no Facebook, desta vez com o ex-advogado Geral da União, José Eduardo Cardozo, ela se diz confiante sobre "uma modificação" no resultado do processo e seu retorno ao cargo; "Os fatos são muito fortes, comprovando que todo este processo de impeachment foi uma grande armação", afirmou; "Quando se tem a razão do lado, nunca se perde a confiança. E nós estamos do lado certo da história", acrescentou a presidente.

Cristovam: Lava Jato pode reverter impeachment de Dilma

O senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que votou favorável à abertura do processo de impeachment contra Dilma Rousseff, avalia que os desdobramentos da Operação Lava Jato podem reverter o quadro a favor da presidente.
Ao comentar a gravação da conversa entre o senador Romero Jucá e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, o parlamentar do PPS diz que o áudio em si não influencia os votos, mas sim as consequências sobre o governo interino de Michel Temer.
"O que pode complicar é a saída de Jucá, pois abala o governo Temer, ele pode perder um grande quadro. Não é o fato do Jucá ter dito que teria uma conspiração. Isso não me afeta. Mas o desarranjo pode pesar em diversos fatores. Tenho escutado senadores que dizem que uma coisa é admissibilidade, outra coisa é realmente a cassação da presidente. Ainda não consegui me convencer que há uma crime capaz de ignorar 54 milhões de votos. Quem analisa com rigor e cuidado tem essa mesma dúvida", afirmou ele ao site Divergentes.
Leia a íntegra aqui.
Veja o vídeo:

25 maio 2016

Palavras do Papa Francisco

Santidade é caminho que só se percorre ao lado de Deus...
 

STF deve homologar delação de Sérgio Machado

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A delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado teria sido homologado pelo ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), segundo reportagem do Valor. O acordo contém conversas que ele gravou por telefone envolvendo lideranças do PMDB. Ele teria feito a delação após a revelação, por outro delator, de uma conta secreta pela qual ele recebia dinheiro de propina. 
O material entregue por Machado inclui a gravação que derrubou o ministro do Planejamento Romero Jucá (PMDB-RR) e provocou um terremoto em Brasília. No áudio vazado pela "Folha de S. Paulo", Jucá sugere um "pacto" para derrubar Dilma Rousseff e, assim, deter o avanço das apurações da Lava Jato sobre as ramificações políticas da corrupção na Petrobras.
Na conversa, Machado se mostrou preocupado com o envio do seu caso para a PF de Curitiba e chegou a fazer ameaçadas: "Aí fodeu. Aí fodeu para todo mundo. Como montar uma estrutura para evitar que eu 'desça'? Se eu 'descer'...".
O então ministro afirmou que seria necessária uma resposta política: "Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra. Tem que mudar o governo para estancar essa sangria", diz Jucá. Ele acrescentou que um eventual governo Michel Temer deveria construir um pacto nacional "com o Supremo, com tudo". Machado disse: "aí parava tudo".
Segundo Jucá, "ministros do Supremo" teriam relacionado a saída de Dilma ao fim das pressões da imprensa e de outros setores pela continuidade das investigações da Lava Jato. O ministro do Planejamento afirmou que tem "poucos caras ali [no STF]" ao quais não tem acesso e um deles seria o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no tribunal, a quem classificou de "um cara fechado".
Eles dizem que o único empecilho no pacto era o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), porque odiaria Cunha. "Só Renan que está contra essa porra. 'Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha'. Gente, esquece o Eduardo Cunha. O Eduardo Cunha está morto, porra", afirma Jucá no diálogo, que foi gravado.
"O Renan reage à solução do Michel. Porra, o Michel, é uma solução que a gente pode, antes de resolver, negociar como é que vai ser. 'Michel, vem cá, é isso e isso, isso, vai ser assim, as reformas são essas'", disse Jucá ao ex-presidente da Transpetro.
Na delação, há ainda diálogos com o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL) e com o ex-presidente da República José Sarney (leia aqui).

Gravado, Renan diz: "todos estão putos com ela"

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Em conversa gravada por Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), dizia ser inviável a permanência da presidente Dilma Rousseff no poder: "todos estão putos com ela", afirmou, em referência aos ministros do STF.
Nos áudios, Renan também defendeu mudanças nas leis das delações premiadas de forma a impedir que um preso se torne delator, artifício central da operação Lava Jato.
Segundo reportagem de Rubens Valente, assim como fez com o senador Romero Jucá, Machado sugeriu "um pacto", que seria "passar uma borracha no Brasil". Dizainda no áudio que o Procurador-geral da República, Rodrigo Janot estava querendo seduzi-lo.
Renan responde: "antes de passar a borracha, precisa fazer três coisas, que alguns do Supremo [inaudível] fazer. Primeiro, não pode fazer delação premiada preso. Primeira coisa. Porque aí você regulamenta a delação".
Renan também ataca decisão do STF tomada ano passado, de manter uma pessoa presa após a sua segunda condenação. Para ele, os políticos todos "estão com medo" da Lava Jato. "Aécio [Neves, presidente do PSDB] está com medo. [me procurou] 'Renan, queria que você visse para mim esse negócio do Delcídio, se tem mais alguma coisa'", contou Renan, em referência à delação de Delcídio do Amaral (ex-PT-MS), que fazia citação ao tucano.
Por meio de sua assessoria, o presidente do Senado informou que os "diálogos não revelam, não indicam, nem sugerem qualquer menção ou tentativa de interferir na Lava Jato ou soluções anômalas. E não seria o caso porque nada vai interferir nas investigações" (leia aqui).
Machado diz ainda no áudio que o Procurador-geral da República estava querendo seduzi-lo.

Primeiro ato de Temer é incompatível com a Lei de Responsabilidade Fiscal

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Um parecer técnico da Câmara sustenta que a primeira medida provisória de Michel Temer, que reorganizou a Esplanada, apresenta "incompatibilidades" com a Lei de Responsabilidade Fiscal e com a Constituição, de acordo com a colunista Natuza Nery.
Segundo o estudo, a criação dos ministérios da Transparência e do Gabinete de Segurança exigiria "prévia dotação" e "autorização específica" na lei de diretrizes orçamentárias. Também não há estimativa do impacto financeiro nem demonstração de recursos para custeio.
Para o governo interino, não há base para questionamentos.

24 maio 2016

José Henrique de Araújo, seus ensinamentos vão permanecer vivos na minha memória...

Governar com Êxito: "usar o poder exclusivamente para o bem dos seus governados".
JH

MINHA FOTO MINHA ARTE!

Altar da Senhora dos Aflitos, amada mãe, quero colocar esse dia no teu altar, cuida das nossas vidas, abençoa nossos caminhos, ilumina nossas escolhas e nos livre de todo mal. Amigos meus, aonde quer que você esteja, que o seu dia seja iluminado e muito abençoado. Um abraço apertado e um Bom Dia, totalmente iluminado por Deus e os Anjos!

STF só tem uma saída: anular o impeachment

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No dia 11 de maio deste ano, o então ministro José Eduardo Cardozo tentou uma liminar para suspender o impeachment da presidente Dilma Rousseff, alegando que o então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), havia agido com "desvio de finalidade" ao abrir o processo. Seu objetivo seria promover uma troca de governo para que pudesse se safar da Lava Jato, alegava Cardozo.
Teori negou a liminar, apontando que não seria possível comprovar as motivações de Cunha naquele instante. A questão seria, portanto, de natureza subjetiva.
No entanto, nesta segunda-feira, o que era subjetivo se tornou cristalinamente objetivo. O senador Romero Jucá (PMDB-RR), um dos braços direitos do presidente interino Michel Temer, confessou que o impeachment nada mais foi do que uma tentativa de uma elite corrupta de deter a Lava Jato. Para "parar essa porra" e "estancar a sangria", seria preciso retirar a presidente Dilma Rousseff do poder, colocando no poder o vice-presidente Michel Temer – e o mais grave, segundo Jucá, é que esse acordão envolveria até integrantes do Supremo Tribunal Federal (saiba mais aqui).
Agora, diante dessa bomba atômica, os integrantes têm uma única saída: anular um processo de impeachment aberto na Câmara por razões espúrias e aprovado no Senado para deter a Lava Jato, num escândalo que envergonha o Brasil diante do mundo.

Depois de Jucá, Henrique Alves deve ser o próximo alvo

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O afastamento do ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-RR), fragiliza a situação de outro ministro do partido que também é investigado na Lava Jato: o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
Na avaliação feita por peemedebistas, Alves é o próximo ministro alvo de uma exposição que pode terminar com sua demissão do governo do presidente interino Michel Temer.
No início de maio deste ano, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a inclusão do nome de Henrique Alves no maior inquérito da Lava Jato por evidências em trocas de mensagens com executivas da OAS.
A força-tarefa investiga indícios de atuação casada entre Alves e o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na arrecadação de recursos para campanhas eleitorais.
Em delação premiada o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró acusou Cunha e Alves de terem pressionado a presidência da BR Distribuidora para a compra da refinaria de Manguinhos, no Rio, com o propósito de receberem propina.

Dilma: gravação de Jucá escancara o golpe

A presidente Dilma Rousseff comentou, na noite desta segunda-feira (23), durante o 4º Congresso Nacional de Trabalhadoras e Trabalhadores da Agricultura Familiar, em Brasília, a divulgação do áudio da conversa entre o senador Romero Jucá (PMDB) e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, no qual eles afirmam que o impeachment poderá abafar a operação Lava Jato.
"Se alguém ainda não tinha certeza de que há um golpe em curso, baseado no desvio de poder, na fraude, as declarações fortemente incriminadoras do Jucá sobre os reais motivos do impeachment e sobre quem está por trás dele eliminam qualquer dúvida. Repito: a gravação escancara o desvio de poder, a fraude e a conspiração do processo de impeachment promovido contra uma pessoa inocente, sem nenhum crime de responsabilidade", afirmou ela.
Dilma ainda diz ter certeza que derrubará o golpe. "Tenho a certeza de que juntos vamos derrubar esse golpe, vamos derrotar os golpistas, vamos juntos fortalecer a democracia nesse país. Nós vamos voltar, de uma forma ou de outra", disse.
A presidente ainda ressaltou que "desde o início deste processo", ela tem denunciado o "desvio de poder que está na base do pedido de impeachment".
Abaixo o vídeo do discurso de Dilma:

23 maio 2016

Palavras do Papa Francisco


Gravação com Jucá revela que impeachment foi pacto para deter a Lava Jato

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Em diálogos gravados em março passado, o ministro do Planejamento, senador licenciado Romero Jucá (PMDB-RR) sugeriu ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que uma "mudança" no governo federal resultaria em um pacto para "estancar a sangria" representada pela Operação Lava Jato, que investiga ambos.
Segundo reportagem de Rubens Valente, as conversas, que estão em poder da PGR (Procuradoria-Geral da República), ocorreram semanas antes da votação na Câmara que desencadeou o impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Machado se mostrou preocupado com o envio do seu caso para a PF de Curitiba e chegou a fazer ameaçadas: "Aí fodeu. Aí fodeu para todo mundo. Como montar uma estrutura para evitar que eu 'desça'? Se eu 'descer'...".
O atual ministro afirmou que seria necessária uma resposta política: "Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra. Tem que mudar o governo para estancar essa sangria", diz Jucá. Ele acrescentou que um eventual governo Michel Temer deveria construir um pacto nacional "com o Supremo, com tudo". Machado disse: "aí parava tudo".
Segundo Jucá, "ministros do Supremo" teriam relacionado a saída de Dilma ao fim das pressões da imprensa e de outros setores pela continuidade das investigações da Lava Jato. O ministro do Planejamento afirmou que tem "poucos caras ali [no STF]" ao quais não tem acesso e um deles seria o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no tribunal, a quem classificou de "um cara fechado".
O atual ministro concordou que o envio do processo para o juiz Sérgio Moro não seria uma boa opção e o chamou de "uma 'Torre de Londres'", em referência ao castelo da Inglaterra em que ocorreram torturas e execuções entre os séculos 15 e 16. Segundo ele, os suspeitos eram enviados para lá "para o cara confessar".
Na conversa, eles dizem que o único empecilho no pacto era o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), porque odiaria Cunha. "Só Renan que está contra essa porra. 'Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha'. Gente, esquece o Eduardo Cunha. O Eduardo Cunha está morto, porra", afirma Jucá no diálogo, que foi gravado.
"O Renan reage à solução do Michel. Porra, o Michel, é uma solução que a gente pode, antes de resolver, negociar como é que vai ser. 'Michel, vem cá, é isso e isso, isso, vai ser assim, as reformas são essas'", disse Jucá ao ex-presidente da Transpetro.
O advogado do ministro do Planejamento, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, afirmou que seu cliente "jamais pensaria em fazer qualquer interferência" na Lava Jato e que as conversas não contêm ilegalidades (leia aqui).

22 maio 2016

Oração a Santa Rita

Oh! Santa Rita, filha obediente, esposa amável de um homem difícil, mãe paciente de filhos indomáveis, irmã bondosa e compreensiva das religiosas do convento, mulher sofredora e fiel a Jesus, modelo de vida para todas as famílias, dignai-vos mostrar aqui vosso auxílio poderoso.
Vós conheceis a humanidade e seu sofrimento.
Vós sabeis também das minhas necessidades e do pedido que venho depositar a vossos pés, confiando na vossa poderosa intercessão junto a Deus.
Concedei-me a graça mais importante:
A de viver sempre na amizade de Deus e com os irmãos, ouvindo a Palavra do Evangelho, participando dos Sacramentos, crescendo na Fé e na vida de Comunidade.
Inúmeras pessoas ajudastes, em casos desesperados e quase impossíveis, tornando-se assim um refúgio seguro para todos os que rezam com fé.
Não esqueçais meu fervoroso pedido, vós que, como ninguém, tivestes o privilégio de se identificar com Cristo no mistério da cruz.
Ajudai-me a carregar a minha cruz e a seguir com coragem o meu caminho.
Oh! poderosa Santa Rita, sede minha protetora. Amém.

Notícias do Vaticano

Comunidade Internacional tem de prestar atenção a Moçambique.
O apelo é da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre/Portugal que promove no próximo domingo em Lisboa uma jornada de oração pela paz em Moçambique.
Uma jornada na Igreja de São Tomás de Aquino que começará com a recitação do terço seguida de eucaristia, um gesto solidário na sequência do apelo dos bispos católicos daquele país lusófono para que o "Domingo da Santíssima Trindade seja um dia especial de oração pela paz".
À Rádio Vaticano, Félix Lungu, da AIS/Portugal, diz que está a instalar-se em Moçambique "um clima caótico, de desespero, de medo", e pede às partes envolvidas (governo e Renamo) para voltarem "à mesa das negociações".

Meditando o Evangelho do dia - Santíssima Trindade

Anúncio do Evangelho (Jo 16,12-15)

O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: "Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas não sois capazes de as compreender agora.
Quando, porém, vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à plena verdade. Pois ele não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido; e até as coisas futuras vos anunciará.
Ele me glorificará, porque receberá do que é meu e vo-lo anunciará. Tudo o que o Pai possui é meu. Por isso, disse que o que ele receberá e vos anunciará, é meu".
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

21 maio 2016

Meditando o Evangelho do dia

Evangelho (Mc 10,13-16)

O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, traziam crianças para que Jesus as tocasse. Mas os discípulos as repreendiam. Vendo isso, Jesus se aborreceu e disse: "Deixai vir a mim as crianças. Não as proibais, porque o Reino de Deus é dos que são como elas. Em verdade vos digo: quem não receber o Reino de Deus como uma criança, não entrará nele". Ele abraçava as crianças e as abençoava, impondo-lhes as mãos.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

A rua começa a virar o jogo para Dilma?

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Enquanto o presidente interino Michel Temer se tranca nos gabinetes de Brasília e se complica, na primeira semana de interinidade, com as trombadas de seus ministros e sua agenda extremamente impopular, que prevê cortes de diversos benefícios sociais, a presidente afastada Dilma Rousseff sai às ruas e é ovacionada por mais de 40 mil pessoas em Belo Horizonte; além disso, num show de Caetano Veloso, na noite de ontem, uma multidão emendou o refrão da canção "Odeio você", com a palavra Temer; contraste entre as situações de Dilma e Temer mostra ao Brasil e ao mundo que há algo de muito estranho na situação política brasileira; "vou adorar dizer ao STF porque eu julgo que o golpe é golpe", disse Dilma.

Marieta Severo sobre Temer: não reconhecemos este governo ilegítimo

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A atriz Marieta Severo afirmou, na noite de ontem, em um ato em defesa do Ministério da Cultura, que o governo do presidente interino Michel Temer é "ilegítimo". 
"Não coloquem a cultura em uma posição contrária à saúde e à educação", disse ela em um depoimento à página do Circuito Universitário de Cultura e Arte (Cuca) da União Nacional dos Estudante.
"O que nós queremos é construir um país junto com a saúde, junto com a educação, mas dentro de um governo legítimo. Não queremos isso em um governo ilegítimo. Nós não reconhecemos esse governo", afirmou.

Multidão canta "Odeio você, Temer", em show de Caetano

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Milhares de manifestantes se reuniram na noite desta sexta-feira 20 em um show de Caetano Veloso e Erasmo Carlos, contra a extinção do Ministério da Cultura pelo governo interino de Michel Temer, no Palácio Capanema, prédio da Funarte, antiga sede do MinC, no Rio de Janeiro.
"O MinC é conquista do Estado brasileiro, não de nenhum governo", disse Caetano, na abertura do show, aos manifestantes que ocupam o local desde segunda-feira em protesto contra o fim do MinC. A pasta deixou de ter status de ministério e passou a ser subordinada à Educação, comandada por Mendonça Filho, do DEM.
A plateia fez protesto com as letras de Caetano, ao inserir "Temer" em "Odeio você", e lembrou de Eduardo Cunha no refrão de "Tieta". "O Eduardo Cunha quer controlar minha b...!", gritaram.
Também participaram da apresentação o cantor Seu Jorge e os deputados do PSOL do Rio de Janeiro Jean Wyllys e Marcelo Freixo, que falaram no palco. Ao cantar "Abraçaço", Caetano disse: "O Capanema foi abraçado, por isso eu canto essa música".

20 maio 2016

1.ª noite do Tríduo de oração pela chegada das Filhas do Amor Divino em nossa Paróquia

Uma entre todas foi a escolhida, foste tu Maria, serva preferida, Mãe do meu Senhor, Mãe do meu Salvador...
Maria cheia de graça e consolo. Venha caminhar com o teu povo. Nossa Mãe sempre será.
Primeira noite do Tríduo de oração pela chegada das Filhas do Amor Divino em Jardim de Piranhas, bairro Santa Cecília.
Celebrante Padre Edson Medeiros de Araújo
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Petroleiros repudiam Pedro Parente na Petrobras

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Novo presidente da Petrobras, o ex-ministro Pedro Parente, que foi chefe da Casa Civil de FHC, terá de lidar, logo na largada, com a insatisfação dos petroleiros.
Em nota, a Federação Única dos Petroleiros repudia a nomeação de "um ex-ministro de FHC que chancelou processos de privatização e tem em seu currículo acusações de irregularidades e improbidade na administração pública". Eles citam contratos de parceria com o setor privado para construção de usinas termoelétricas, entre 2000 e 2003, que "geraram prejuízos de mais de US$ 1 bilhão à Petrobras, que se viu obrigada a assumir integralmente as termoelétricas para evitar perdas maiores".
Leia abaixo: 
REPUDIAMOS A INDICAÇÃO DE PEDRO PARENTE PARA A PRESIDÊNCIA DA PETROBRÁS
A indicação de Pedro Parente para a presidência da Petrobrás é fortemente rechaçada pela Federação Única dos Petroleiros.
É inadmissível termos no comando da empresa um ex-ministro do governo Fernando Henrique Cardoso que chancelou processos de privatização e tem em seu currículo acusações de irregularidades e improbidade na administração pública.
O perfil ultraliberal de Pedro Parente o descredencia por completo para assumir o comando de uma empresa estatal que tem sido a âncora do desenvolvimento e das políticas públicas estruturantes do país.
Sua nomeação está na contramão das lutas travadas pelos trabalhadores para evitar o desmonte do Sistema Petrobrás.
O currículo de Pedro Parente não deixa dúvidas sobre que lado ocupa na luta de classes. Ele participou ativamente dos dois mandados do governo FHC, onde atuou como Secretário Executivo do Ministério da Fazenda, entre 1995 e 1999, e como Chefe da Casa Civil, entre 1999 e dezembro de 2002. No final de 2000, passou a acumular a presidência da Câmara de Gestão da Crise Energética, o chamado "ministério do apagão", responsável por uma série de arbitrariedades, como racionamento e cortes de energia e multas altíssimas impostas aos consumidores.
Um dos maiores escândalos protagonizados por Pedro Parente no governo tucano foram os contratos para compra de energia emergencial e as “compensações” feitas às concessionárias privadas e aos investidores atraídos pelo Programa Prioritário de Termeletricidade, que impôs prejuízos bilionários à Petrobrás. Professores do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP chegaram na época a denuncia-lo ao Ministério Público Federal por improbidade administrativa.
Sob a chancela de Pedro Parente, a Petrobrás teve que assinar contratos de parceria com o setor privado para construção de usinas termoelétricas, entre 2000 e 2003, onde se comprometeu a garantir a remuneração dos investidores, mesmo que as empresas não dessem lucro, bem como cobrir os custos dos empreendimentos, caso a venda de energia não fosse suficiente para sustentar os investimentos.
A chamada "contribuição de contingência" gerou prejuízos de mais de US$ 1 bilhão à Petrobrás, que se viu obrigada a assumir integralmente as termoelétricas para evitar perdas maiores. O valor das usinas, avaliadas em US$ 800 milhões, equivalia a um terço dos US$ 2,1 bilhões que a estatal teria que desembolsar para honrar as compensações garantidas aos investidores até o final dos contratos, em 2008. Tudo autorizado por Pedro Parente.
Não é com gestores deste perfil que a Petrobrás vencerá a crise que atravessa. A FUP repudia sua indicação e exige que toda a diretoria da gestão Bendine entregue seus cargos, caso o Conselho de Administração da empresa aprove a nomeação de Pedro Parente.
Os petroleiros seguirão em luta contra o desmonte do Sistema Petrobrás e não darão um minuto de sossego aos entreguistas.

Lula: os pobres mal experimentaram conquistas e já querem tirar

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O ex-presidente Lula começou, nesta quinta-feira, a se manifestar sobre o afastamento provisório da presidente Dilma Rousseff, concedendo entrevistas a três veículos internacionais: a espanhola TVE, a russa RT e a venezuelana Telesur.
Segundo ele, o impeachment foi "quase um estupro" na democracia brasileira.
Num dos depoimentos, ele também disse porque estava com o semblante tão abatido na manhã de 12 de maio, quando Dilma deixou o Palácio do Planalto.
"Não me senti confortável, estava muito triste. Não era apenas uma presidenta que estava deixando a Presidência de forma abrupta. Era um projeto de sonho, de inclusão social, que mostrou para o mundo que fica muito fácil você resolver os problemas do povo pobre quando você deixa de tratá-los como estatística ou problema social e trata como gente, como ser humano que tem direitos e deveres. Os pobres mal experimentaram conquistas sociais e já estão querendo tirar essas conquistas sociais dos pobres. Foi o dia da indignação pra mim".
Ouça aqui o trecho completo.

Temer interrompe o Minha Casa, Minha Vida

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O presidente interino Michel Temer suspendeu a meta anunciada pelo governo Dilma Rousseff de contratar 2 milhões de moradias do Minha Casa Minha Vida até o fim de 2018.
O ministro das Cidades, Bruno Araújo afirmou que toda a terceira etapa do programa – e não apenas a modalidade Entidades – está suspensa e passará por um processo de "aprimoramento".
“É preferível que identifiquemos os reais limites do programa e que os números anunciados sejam o limite de contratação”, afirmou ele, em entrevista ao ‘Estado de S. Paulo’.
O ministro disse que vai propor a Temer fazer uma cerimônia simbólica para inaugurar as moradias do programa que estão prontas. De acordo com a Caixa, 46,2 mil moradias da faixa 1 do programa (que atende famílias que ganham até R$ 1,8 mil) estão com as obras concluídas, em fase de legalização para serem entregues aos beneficiários - leia aqui.