19 janeiro 2017

Evangelho do dia - 5ª-feira da 2ª Semana do Tempo Comum

Evangelho (Mc 3,7-12)

Os espíritos maus gritavam: 'Tu és o Filho de Deus!'
Mas ele ordenava severamente para não dizerem quem ele era.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 3,7-12.
 
Naquele tempo, Jesus se retirou para a beira do mar, junto com seus discípulos. Muita gente da Galileia o seguia. E também muita gente da Judeia, de Jerusalém, da Idumeia, do outro lado do Jordão, dos territórios de Tiro e Sidônia, foi até Jesus, porque tinham ouvido falar de tudo o que ele fazia. Então Jesus pediu aos discípulos que lhe providenciassem uma barca, por causa da multidão, para que não o comprimisse.
Com efeito, Jesus tinha curado muitas pessoas, e todos os que sofriam de algum mal jogavam-se sobre ele para tocá-lo. Vendo Jesus, os espíritos maus caíam a seus pés, gritando: "Tu és o Filho de Deus!" Mas Jesus ordenava severamente para não dizerem quem ele era.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

Reflexão - Mc 3, 7-12
O evangelho de hoje é uma continuação dos evangelhos anteriores e nos mostra que, se por um lado, as autoridades religiosas da época de Jesus não concordavam com o seu modo de agir e com os seus ensinamentos, por outro lado, a multidão cada vez mais aderia aos seus ensinamentos e procurava em Jesus a solução para os seus problemas, naturais ou espirituais. A visão institucionalizada da fé é importante porque nos ajuda a viver comunitariamente o nosso relacionamento com Deus, mas pode ser perigosa enquanto pode submeter o próprio Deus aos critérios da razão humana ou legitimar, em nome de Deus, relacionamentos e costumes meramente humanos que podem até ser opressores e excludentes.

Visitação da Imagem de Nossa Senhora Aparecida

Jubileu dos 300 anos de Bênçãos!
Neste dia 18/01/2017, Nossa Senhora Aparecida visita a casa da nossa Mãe dos Aflitos, fizemos caminhadas pelas ruas da cidade e tivemos a graça de celebrar uma linda Missa em nossa Matriz.
Celebrante: Padre Edson Medeiros de Araújo

Em carta, deputados americanos denunciam “perseguição” a Lula

 
O ex-presidente Lula recebeu mais uma demonstração de apoio internacional contra a situação que vive no Brasil. Réu em cinco processos em três operações diferentes, o petista afirma ser alvo de perseguição política para que não possa concorrer à presidência da República na eleição de 2018.
Um grupo de 12 deputados do Partido Democrata dos Estados Unidos concorda com essa tese. Em uma carta endereçada ao embaixador do Brasil em Washington, Sérgio Amaral, os parlamentares acusam o juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, de perseguir Lula com decisões "arbitrárias".
"Estamos especialmente preocupados com a perseguição do ex-presidente Lula da Silva, que viola as normas de tratados internacionais que garantem o direito da defesa para todos os indivíduos", escrevem os congressistas, de acordo com a Folha de S.Paulo, que teve acesso ao documento.
"Nos últimos meses, ele tem sido alvo de uma campanha de calúnias e acusações não comprovadas de corrupção pelos grandes veículos privados de mídia alinhados com as elites do país", denunciam, lembrando que "Lula se mantém como uma das figuras políticas mais populares no Brasil de hoje e é visto como uma série ameaça nas urnas por seus oponentes políticos".
"Lula tem sido alvo de um juiz, Sergio Moro, cujas ações parciais e arbitrárias tem ameaçado seu direito de defesa. Por exemplo, o juiz ordenou a prisão arbitrária [a condução coercitiva, em março de 2016] do ex-presidente só para servir de intimação, embora não houvesse nenhuma indicação de que o ex-presidente não quisesse depor na Justiça", continua o texto.
"Exortamos as autoridades federais do Brasil a fazer todo o possível para proteger os direitos dos manifestantes, líderes de movimentos sociais e líderes da oposição, como o ex-presidente Lula", prosseguem os deputados.
Para eles, Temer tem agido "para proteger figuras políticas corruptas, para impor uma série de políticas que nunca seriam apoiadas em uma eleição nacional e pressionar adversários nos movimentos sociais e nos partidos de oposição". Os deputados também fazem críticas à PEC do teto dos gastos e ao impeachment de Dilma Rousseff.
Não é a primeira vez que deputados democratas se manifestam contra o golpe parlamentar que tirou Dilma do poder (leia aqui).

18 janeiro 2017

Pense nisso!

Bom dia Amigos meus de verdade, "não se esqueçam de que, para Deus, o ser humano é prioridade!"

Meditando o Evangelho do dia - 4ª-feira da 2ª Semana do Tempo Comum

Evangelho (Mc 3,1-6)  

É permitido no sábado fazer o bem ou fazer o mal?
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 3,1-6.

Naquele tempo, Jesus entrou de novo na sinagoga. Havia ali um homem com a mão seca. Alguns o observavam para ver se haveria de curar em dia de sábado, para poderem acusá-lo. Jesus disse ao homem da mão seca: "Levanta-te e fica aqui no meio!" E perguntou-lhes: "E permitido no sábado fazer o bem ou fazer o mal? Salvar uma vida ou deixá-la morrer?" Mas eles nada disseram.
Jesus, então, olhou ao seu redor, cheio de ira e tristeza, porque eram duros de coração; e disse ao homem: "Estende a mão". Ele a estendeu e a mão ficou curada.
Ao saírem, os fariseus com os partidários de Herodes, imediatamente tramaram, contra Jesus, a maneira como haveriam de matá-lo.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

Reflexão - Mc 3, 1-6 A vivência legalista e proibitiva da religião é uma das maiores manifestações da dureza de coração que pode acontecer na vida das pessoas. Quando isso acontece, as pessoas não são capazes de descobrir os valores que devem marcar o nosso relacionamento entre nós mesmos e entre nós e o próprio Deus, e a religião acaba por se tornar um mero cumprimento de obrigações e de ritos, numa verdadeira bruxaria. Esta forma de religião acaba por ter como um dos seus principais fundamentos a relação de poder, o autoritarismo e a estratificação social a partir da fé das pessoas. É por isso que as autoridades do tempo de Jesus procuram descobrir a maneira como haveriam de matá-lo.

Plano Temer de colocar militares nos presídios é inconstitucional

 
O governo de Michel Temer anunciou nesta terça-feira 17 que disponibilizará contingentes das Forças Armadas para atuar dentro dos presídios estaduais. De acordo com o governo, os agentes militares farão "inspeções rotineiras em busca de materiais proibidos" nas instalações prisionais e atuarão em conjunto com as polícias locais, hoje responsáveis pelas vistorias.
O presidente delegou o controle ao Ministério da Defesa e ressaltou que as ações necessitam de autorização dos governadores, uma vez que as carceragens são estaduais. A ideia é que cada governador solicite formalmente uma intervenção federal.
O criminalista Fernando Augusto Fernandes avalia que o governo está abordando o problema dos presídios de forma inconstitucional e ilegal. "Há claro desvio das Forças Armadas que na forma do art.142 da Constituição Federal 'destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais'. Assim, só há previsão de ação interna no caso em Estado de Defesa e de Sítio, justificados pelo art. 136, quando a ordem pública ou a paz social estão ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza', o que exige aprovação pelo congresso nacional (art.49, IV.CF) ", afirma Fernandes. "A questão é de Direitos Humanos, permitindo intervenção federal (art. 34, VII, b. CF). No entanto, a hora é de urgente revisão do sistema, soltando-se 14% dos presos por crimes não violentos, como furto, e a revisão de um sistema que prende demais e não soluciona os crimes violentos."
Para o criminalista Daniel Bialski, sócio do Bialski Advogados Associados, "certamente que todas as iniciativas visando aperfeiçoar a política de execução penal e cumprimento de pena são muito bem-vindas, mas na prática é preciso mais: é necessário que o poder executivo cumpra com suas obrigações previstas em lei, seja de estabelecimentos sem superlotações, assistência médica e psicológica, principalmente", afirma. "Além disso, os juízes têm que examinar melhor os pedidos de progressão, pois os chamados exames criminológicos de avaliação são feitos de forma padronizada, atendendo critérios de quantidade e não qualidade. E pior, não se compreende porque não permitem, por exemplo, a gravação destes exames, até para garantir conhecimento dos critérios que levaram a essa ou àquela conclusão".
Para Bialski, tudo isso precisa ser melhorado, já que os presos, fora as humilhações já sofridas, são tratados como meio cidadãos, o que prejudica a própria recuperação e regeneração. "Esperamos ações imediatas e rápidas, porque aqueles que erraram já estão pagando por isso e não pretendem errar de novo e, logo, não podem sofrer por atos de grupos organizados", ressalta.
O também criminalista e constitucionalista Adib Abdouni entende que, nesse caso, para a utilização das Forças Armadas, com qualidade de polícia, "é indispensável que o executivo estadual declare, mediante ato formal, sua impossibilidade momentânea de atender a esse desiderato constitucional, a revelar, aí sim, a legalidade do compartilhamento ou a transferência temporária da execução dos controles operacionais carcerários, porém, com nítidos impactos desfavoráveis, de ordem política, para o governo declarante".
Para Vera Chemim, advogada constitucionalista, já estava mais que na hora desse trabalho conjunto e efetivo das três instâncias de governo e dos três Poderes Públicos cooperarem entre si para enfrentarem essa grave ameaça à sociedade civil. "As facções estão se institucionalizando e já estão se sobrepondo às instituições legitimamente constituídas. Além disso, elas são capazes de uma auto-organização invejável, capacidade de liderança, acesso às armas cada vez mais potentes junto com uma tecnologia sofisticada, além de capacitação de recursos humanos", afirma Chemim. Segundo a advogada, as facções criminosas se tornaram um dos tentáculos dessa crise institucional, alastrando-se por todo o Estado Federativo, acima da lei, acima do governo e acima de qualquer Poder Público. "Essas facções criminosas precisam ser contidas, enquadradas legal e institucionalmente. O Poder Judiciário e Executivo precisam concretizar efetivamente a Lei de Execução Penal".
"Parece uma ação desesperada", afirma o criminalista Fabrício de Oliveira Campos, sócio do escritório Oliveira Campos & Giori Advogados. "Os integrantes das Forças Armadas não são treinados para esse tipo de atividade, ainda que suas ações tenham se expandido nos últimos anos, como no apoio ao policiamento ostensivo, no auxílio em casos de calamidades e nas missões humanitárias. Sob o ponto de vista eminentemente prático, a pergunta é: os militares das Forças Armadas terão o conhecimento e o poder de reação necessários para um tipo de atividade diversa daquelas habitualmente desempenhadas?"
Sob o ponto de vista formal e (por que não dizer ?) simbólico, isso traz um significado de convulsão social, de alarmismo, de pânico. Não reduzo a gravidade do problema, mas a princípio a Força Nacional de Segurança, de maneira excepcional e temporária, poderia cumprir esse papel de apoio à vista das solicitações dos Estados.

Brasil perde importância e fica de fora de principais decisões em Davos

 
O Brasil de Michel Temer tem uma participação encolhida e de pouca relevância no Fórum Econômico Mundial, que reúne uma boa parte da elite econômica mundial nesta semana em Davos, na Suíça. Ao contrário de anos anteriores, quando foi protagonista nos diálogos e assumiu papel de liderança entre os emergentes, o País dessa vez ficou de fora das principais discussões e foi reduzido até nas decisões tomadas entre as nações em desenvolvimento. Nem a presença de três ministros da área econômica —Henrique Meirelles (Fazenda), Marcos Pereira (Desenvolvimento) e Fernando Coelho (Minas e Energia), conseguiu impedir que o país fosse relegado a discussões secundárias.
As informações são da enviada especial a Davos Ana Clara Costa na revista Época.
"No debate sobre política monetária e o papel dos bancos centrais, conduzido pelo editor-chefe do Wall Street Journal, Gerard Baker, e que teve entre seus painelistas um banqueiro do UBS, um membro do gabinete de transição de Donald Trump e um chefe da autoridade monetária da Suíça, não havia o Brasil, como em anos passados. Para outra discussão sobre as previsões para o sistema bancário, nenhum banqueiro brasileiro estava entre os participantes. Em um painel sobre as previsões para o G20, a Argentina foi convidada, não o Brasil. Para falar sobre crescimento com inclusão, estava um representante do governo canadense. O ministro Henrique Meirelles e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, foram convidados para falar em apenas um painel cada. Meirelles, em uma discussão sobre o novo capitalismo. Já Goldfajn fará uma apresentação sobre as previsões para a América Latina. Em 2015, o então ministro da Fazenda, Joaquim Levy, era um dos painelistas da principal palestra do Fórum, que ocorre anualmente no último dia de evento: o debate sobre as perspectivas para a economia global.

Boulos: "A luta só vai crescer, só vai aumentar a cada gesto fascista"

Mídia Ninja 
Liberado após 10 horas de detenção nesta terça-feira 17, o líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Guilherme Boulos, criticou a ação da Polícia Militar e disse que a prisão teve "o intuito de intimidar o MTST e a luta dos movimentos populares".
"Isso é notório. Cada vez mais há uma tentativa de desmoralizar os movimentos", disse. "Quero dizer que não vão conseguir nos intimidar. A luta só vai crescer, só vai aumentar a cada gesto fascista, a cada gesto ilegal, abusivo, como essa prisão de hoje", avisou.
Ele disse ainda que foi preso por "incitação à violência, por desobediência e por outros crimes". "Acabei sendo indiciado por resistência. Para mim, resistência não é crime. Crime é despejar 700 famílias sem ter alternativa, resistência é uma reação legítima das pessoas contra uma barbaridade como esta", rebateu.
A reintegração de posse foi pedida pelo prefeito João Doria (PSDB) e realizada pela Tropa de Choque do governador Geraldo Alckmin (PSDB). Um membro da Tropa de Choque justificou a prisão o ativista: "Temos horas de filmagens suas de outras manifestações e ocupações e sabemos que você é liderança, você está detido por desacato, obstrução da via, obstrução da justiça e incitação de violência", disse o militar.

17 janeiro 2017

Pense nisso!

Não busque boas aparências, elas podem mudar. Só precisamos de um sorriso para transformarmos um dia ruim em um dia espetacular...

MINHA FOTO MINHA ARTE!

"Ninguém é assim tão velho que não acredite que poderá viver por mais um ano".

Em Jardim de Piranhas os homens rezam o Terço!

Ó Mãe e Rainha do Santo Rosário
Mãe Admirável, Mãe do Santuário
O mundo sem fé na dor se consome
Ajuda esse mundo com o Terço dos Homens...
 
 
 
 
 
 

Temer e Meirelles puseram Brasil na contramão do mundo

 
No mesmo dia em que o Fundo Monetário Internacional (FMI) rebaixou a expectativa de crescimento do Brasil em 2016 e 2017, colocando o País na lanterna global, elevou a expansão do mundo rico.
Ou seja, não vai ser possível para o governo Temer dizer que o Brasil sofre efeitos da crise internacional. Pelo contrário, o Brasil pós-golpe é que puxa a América Latina para baixo.
Previsão do Fundo para o continente foi cortada para crescimento de 1,2% em 2017 e de 2,1% em 2018. Já para o Brasil, é de queda de 3,8% em 2016 e estagnação de 0,2% neste ano (leia aqui).
Leia mais na reportagem da Reuters:
FMI eleva estimativa de crescimento dos EUA, mas alguns emergentes estarão mais fracos
(Reuters) - O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou nesta segunda-feira sua previsão para o crescimento econômico dos Estados Unidos em 2017 e 2018 com base nos planos de corte de impostos e gastos do presidente eleito Donald Trump, mas informou que esse cenário seria compensado em grande parte pelo crescimento mais fraco em vários mercados emergentes.
Atualizando suas perspectivas da economia mundial, o FMI manteve suas previsões de crescimento global em relação a outubro, a 3,4 por cento para 2017 e 3,6 por cento para 2018, acima dos 3,1 por cento em 2016, o ano mais fraco desde a crise financeira de 2008 e 2009.
A previsão de crescimento para os EUA é de 2,3 por cento em 2017 e de 2,5 por cento em 2018, sobre 2,2 e 2,1 por cento, respectivamente, informou o FMI, destacando que o país também pode estimular a inflação em uma economia que já está se aproximando do pleno emprego.
"Se um aumento de demanda impulsionada pelo lado fiscal colidir com restrições de capacidade mais rígidas, será necessário um caminho mais acentuado para a taxa de juros para conter a inflação, o dólar vai se valorizar fortemente, o crescimento real será menor, a pressão orçamentária aumentará e o déficit em conta corrente dos EUA se ampliará", disse o economista-chefe do FMI, Maurice Obstfeld, em comunicado.
O FMI revisou sua previsão de crescimento de 2017 para a China a 6,5 por cento, aumento de 0,3 ponto percentual em relação a outubro, com base nas expectativas de continuação das políticas governamentais estimulantes, mas deixou inalterada sua previsão de 2018 para expansão de 6 por cento.
Quanto à América Latina, a previsão foi cortada para crescimento de 1,2 por cento em 2017 e de 2,1 por cento em 2018, sobre previsão anterior de 1,6 e 2,2 por cento, respectivamente.
Fonte: David Lawder

Davos: Brasil despenca em ranking de mercados atraentes

 
Mais um resultado frustrante da era Temer-Meirelles anunciado em no Fórum Econômico Mundial, que começou nesta segunda em Davos, na Suíça: o Brasil despencou no ranking de países nos quais executivos de grandes empresas (CEOs) esperam obter crescimento em seus negócios nos próximos 12 meses; levantamento mostra que, entre 2011 e 2017, o Brasil passou da 3ª para a 7ª posição entre mercados que animam os CEOs; há seis anos, 19% dos entrevistados citavam o país como um local no qual esperavam obter crescimento nos negócios; já na pesquisa deste ano, somente 7% escolheram o mercado brasileiro como uma prioridade; com menos expectativa de investimento, fica cada vez mais difícil acreditar na na retomada da criação de empregos.
As informações são de reportagem de Martha Beck em O Globo.
"Isso é o que mostra pesquisa feita pela consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) e divulgada nesta segunda-feira em Davos, na Suíça. O documento é tradicionalmente distribuído na véspera da abertura da reunião do Fórum Econômico Mundial (WEF).
A pergunta respondida pelos executivos foi: "quais são os três países, tirando o seu próprio, que você considera mais importantes para o crescimento geral de sua organização nos próximos 12 meses?". No topo lista de 2017 estão os Estados Unidos, que foram apontados por 43% dos empresários. Em 2011, o país estava em segundo lugar.
A China também caiu no ranking, mas perdeu apenas uma posição. Em 2011, era apontada por 39% dos CEOs e estava em primeiro lugar. Agora, em 2017, foi escolhida por 33%, caindo para a segunda posição. Ou seja, americanos e chineses trocaram de lugar na lista.
No documento, o Brasil é citado apenas seis vezes, contra 12 da China, por exemplo. Num trecho, a PwC destaca que o Brasil tomou um tombo no ranking nos últimos anos e "entrou numa recessão profunda".