25 junho 2016

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Passando pelo Sítio Olho D'Água/RN, terra mãe dos meus avós por parte da minha mãe, recordei uma parte da minha infância, "Casa dos Pacientes", frente e oitão, me lembrei das vezes que subi no sótão e brincava, tempo bom que não volta mais...
 

Acompanhe o Papa Francisco na Armênia!


Temer elogia Cunha: não me atrapalha em nada

Lula Marques/ Agência PT: <p>Brasília- DF 01-07-2015- Vice-Presidente Michel Temer, Eduarado Cunha, Renan Calheiros, Presidente do PT, Rui Falcão durante posse da presidente do PCdoB, Luciana Santos. Foto: Lula Marques/ Agência PT</p> 
Na semana passada, o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) se tornou réu novamente no Supremo Tribunal Federal, desta vez por 11 votos a zero, mas recebeu elogios do interino Michel Temer, que, ontem, concedeu uma entrevista fechada a cinco jornais.
"Falo com ele, esteve comigo há umas três semanas. Fizemos análise do quadro dramático que ele vive. Mas ele não me atrapalha em nada. Aqui no Brasil temos esse preconceito. Acham que não se pode falar com ninguém", disse Temer.
Cunha, como se sabe, é investigado por ter mantido várias contas no exterior e por ter se beneficiado de esquemas de desvios em obras públicas e em projetos financiados pelo FI-FGTS. Graças ao golpe parlamentar capitaneado por Cunha, Temer hoje é presidente provisório.
Na mesma entrevista, o interino também disse que a Lava Jato não deve se prolongar indefinidamente. "Eu acho que ela deve prosseguir enquanto houver eventuais irregularidades. Mas, num dado momento, o país não pode ficar dez anos nessa situação. Mas, evidentemente, ela deve manter-se enquanto houver irregularidades", afirmou. "As instituições estão funcionando de uma tal maneira que há pessoas presas, pessoas processadas, pessoas investigadas. E dia a dia até muitas vezes aumenta. Então, acho que isso, ao contrário, deveria dar muita confiança para dizer o seguinte: olha aqui, o Brasil está sendo, para usar uma expressão rotineira, passado a limpo."
Temer também deixou claro que aumentos de impostos virão após a eventual aprovação do impeachment no Senado; "Economia é assim. Você tem que fazer readequações, mas fa-las-á no tempo certo".

Meirelles desmonta tese de Temer sobre herança

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Diferentemente do que afirmou o presidente interino Michel Temer, que reclamou, em entrevista à imprensa, de uma suposta herança maldita, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, desmontou, em nota, nesta sexta-feira (24), a tese do chefe.
"A situação do Brasil é de solidez e segurança porque os fundamentos são robustos. O país tem expressivo volume de reservas internacionais e o ingresso de investimento direto estrangeiro tem sido suficiente para financiar as transações correntes. As condições de financiamento da dívida pública brasileira permanecem sólidas neste momento de volatilidade nos mercados financeiros em função de eventos externos. O Tesouro Nacional conta com amplo colchão de liquidez", afirmou Meirelles, a despeito do resultado do plebiscito realizado no Reino Unido, que decidiu pela saída do país da União Europeia.
Segundo o ministro, "a dívida pública federal do Brasil é composta majoritariamente de títulos denominados em reais". Além disso, frisou ele, "o governo anunciou medidas fiscais estruturantes de longo prazo". "A recente melhora nos indicadores de confiança e na percepção de risco do país reflete essas ações. Nesse contexto, o Brasil está preparado para atravessar com segurança períodos de instabilidade externa", reforçou.
A nota de Henrique Meirelles derruba a declaração dada por Temer mais cedo. "Recebi uma herança mais complicada do que eu imaginava", disse Temer, como se não fizesse parte do governo Dilma Rousseff, no qual seu partido detinha o comando de sete pastas.

Veja confirma: Valério irá delatar Aécio Neves

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Uma nota publicada na coluna Radar deste fim de semana aponta que o empresário Marcos Valério de Souza, pivô do chamado "mensalão", irá delatar o senador Aécio Neves (PSDB-MG), presidente nacional do PSDB; "Valério deve falar sobre a suposta tentativa de Aécio Neves (PSDB) de maquiar documentos do Banco Rural na CPI dos Correios, revelada por Delcídio do Amaral", diz o texto; delação também deve atingir o senador Clésio Andrade (PMDB-MG), que é presidente da Confederação Nacional dos Transportes.

24 junho 2016

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Em Jardim de Piranhas, a cada fim de tarde o céu ganha um novo tom, com mistura de cores, mistura de pensamentos...
Bom dia Amigos meus de verdade!
 

Papa na Armênia: "Eu venho à vossa terra abençoada para fortalecer a nossa comunhão"

O Papa Francisco viaja à Armênia de sexta-feira 24 a domingo, 26 Junho. Esta será a 14ª viagem apostólica (fora da Itália) do seu pontificado, e na Armênia será o seu 22º país a visitar. Após ter ido a Albânia e a Bósnia, o Papa realiza uma nova viagem à periferia da Europa, num pequeno Estado. Mas o quadro desta viagem é bastante diferente: trata-se, desta vez, de prestar homenagem à fé cristã de uma nação mártir profundamente enraizada na fé.
"Eu venho à vossa terra abençoada para fortalecer a nossa comunhão, avançarmos em direção à reconciliação e deixar-nos animar pela esperança" disse o Santo Padre, numa vídeo-mensagem divulgada nesta quarta-feira ao povo armênio.
A santa Missa dos mártires da Armênia celebrada na Basílica de São Pedro a 12 de Abril de 2015, com a presença dos líderes de todas as igrejas da Armênia permanece na memória.
Francisco será recebido como um amigo. Ele nunca visitou o país, mas conheceu muitos armênios na Argentina, considerada a 10ª nação na diáspora, com cerca de 130.000 descendentes de armênios.
O Papa seguirá os passos de João Paulo II que visitou a Armênia em 2001, mandou construir um hospital na região Gyumri, cidade devastada por um terremoto alguns anos antes.
A irmandade entre o Vaticano e a Armênia está enraizada na história trágica desta nação durante o "Medz Yeghern", o "Grande Mal", como tem sito chamada a dizimação de armênios, de 1915, em que numerosas famílias armênias foram recebidas em Castel Gandolfo, sob a proteção do Papa Bento XV. Francisco reencontrará alguns dos seus descendentes, que mantêm um grande reconhecimento pela ação protectora da Igreja de Roma.

José Henrique, seus ensinamentos vão permanecer vivos na minha memória...

Observai o Evangelho de Jesus "Todos por um e um por todos".
Nossa bandeira é a da paz, sua cor é branca. Nela se estampa apenas as palavras que dizem tudo: "Amor e fraternidade"...

Renan fecha com Temer e faz jantar para Meirelles

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O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), voltou a operar alinhado com o governo do presidente interino Michel Temer.
Segundo a colunista Mônica Bergamo, ele convidou senadores para um jantar em sua residência com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, na próxima semana.
A articulação, no entanto, já conta com baixas no PMBD: "Dispenso comida indigesta. Esse cardápio, de entrega da soberania nacional, tendo os direitos sociais dos trabalhadores como sobremesa, não me apetece", diz o senador Roberto Requião (PMDB-PR).

Lula vai ao Supremo por direito de resposta no JN

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O ex-presidente Lula apresentou reclamação no Supremo Tribunal Federal contra a TV Globo, mais especificamente contra uma reportagem do Jornal Nacional. A defesa do ex-presidente afirma que ele não teve direito de resposta numa reportagem exibida em 10 de março. A reclamação será analisada pelo ministro Edson Fachin.
A matéria tratava de uma denúncia feita por três promotores de Justiça do Ministério Público de São Paulo contra Lula, a mulher dele, Marisa Letícia e mais 14 pessoas. A reportagem narrava a acusação do MP de que Lula ocultou patrimônio no caso do triplex no Guarujá (SP) e informava sobre o pedido de prisão preventiva do ex-presidente feito pelos três promotores.
Segundo a defesa de Lula, a reportagem "sequer deu a oportunidade ao reclamante de apresentar sua versão dos fatos". Ao STF, Lula pede que seja concedida a liminar para determinar à TV Globo que divulgue, no Jornal Nacional, a sua resposta.
Os advogados de Lula citam a decisão do STF na ADPF 130 que, em 2009, declarou inconstitucional a Lei de Imprensa e, com isso, eliminou também a regulação infraconstitucional do direito de resposta. "O direito de resposta não garante apenas os direitos da personalidade, mas assegura a todos o exercício do direito à informação exata e precisa", afirmou.

23 junho 2016

Palavras do Papa Francisco

"Peço que rezem por mim, pois amanhã irei como peregrino à Armênia, a primeira entre as nações a acolher o Evangelho de Jesus".

Padre João Maria de Jardim de Piranhas/RN

Nasceu em Jardim de Piranhas – RN, na Fazenda Logradouros a 23 de junho de 1848, onde sua mãe veio a lhe chamar João por causa da sua devoção a São João. Seus pais foram Amaro Cavalcanti Soares de Brito e Ana de Barros Cavalcanti de Brito. Entrou no Seminário de Olinda (PE), aos 13 anos. Ordenou-se sacerdote no Seminário de Prainha em Fortaleza (CE) no dia 30 de novembro de 1871. Celebrou a sua primeira Missa em Caicó, sua terra natal. Assumiu a Paróquia de Nossa Senhora da Apresentação em Natal (RN) em 07 de agosto de 1881. Passou 24 anos como vigário desta Paróquia. Seu zelo sacerdotal e a fidelidade à vocação, fizeram de sua caminhada um exemplo para todos, onde a oração e o serviço ao próximo foram o centro de sua vida. Foi um padre de vida espiritual intensa, conseguindo grande frequência de fiéis aos atos religiosos. Junto aos poderes públicos obteve um terreno para construir uma nova Igreja. Hoje nesse terreno está erguida a Catedral de Nossa Senhora da Apresentação em Natal (RN). Durante seu ministério em Natal houve vários períodos de seca e grande epidemia de varíola no estado, causando grande emigração do interior para a capital, o que o motivou a ser além de sacerdote, médico, enfermeiro e amigo, levando conforto espiritual (os sacramentos e a catequese) e o apoio material de tudo o que podia dispor, para aliviar o sofrimento dos que sofriam. tinha como lema: "Tudo para todos".

A Eduardo Cunha, só restou a delação premiada

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Réu pela segunda vez no Supremo Tribunal Federal, e novamente por unanimidade, numa votação em que perdeu por 11 a zero, o presidente afastado da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pôde se dar conta, no dia de ontem, de que suas possibilidades jurídicas estão praticamente esgotadas.
Réu por corrupção e lavagem de dinheiro, acusado de receber propinas em negócios internacionais da Petrobras e também de manter várias contas e trustes no exterior, Cunha fatalmente será condenado à prisão pelo resto de sua vida. Seus recursos e de suas empresas, como a Jesus.com, já estão bloqueados. Para piorar, o Supremo também aceitou o desmembramento das ações contra sua família – o que significa que sua esposa Cláudia Cruz e sua filha Danielle Dytz serão julgadas pelo juiz Sergio Moro do Paraná, o que também deve acontecer com Cunha, caso sua cassação, que hoje parece inevitável, seja aprovada.
Chamado de "batalhador político e jurídico" pelo interino Michel Temer, em sua entrevista a Roberto D'Ávila, Cunha tem hoje uma única saída para aliviar suas penas: buscar um acordo de delação premiada, em que revele os nomes de todos os políticos favorecidos por seus esquemas.
Parece evidente, por exemplo, que quando recebia R$ 52 milhões de uma empresa como a Carioca Engenharia, Cunha não utilizava esse dinheiro apenas para si. Com essa montanha de dinheiro, ele comprava parlamentares, financiava campanhas e também cooptava aliados na cúpula do PMDB. E vale dizer que o esquema da Carioca era apenas um dos esquemas de Cunha.
Com tanto dinheiro, Cunha se tornou capaz de controlar 55% dos votos na Câmara, produzindo, assim, o dia da infâmia, que foi a votação de 17 de abril deste ano, que abriu espaço para o golpe parlamentar em curso no Brasil. Cunha se orgulha de ter afastado a presidente Dilma Rousseff e o PT do poder, mas, se não decidir entregar seus comparsas, seu destino será muito pior.

Lindbergh será líder do bloco anti-Temer


: Até aqui divididos em dois blocos formais, senadores de oposição ao governo Temer decidiram atuar numa frente única que terá como líder o petista Lindbergh Farias. Além de somarem forças para tentar derrotar o impeachment, o novo bloco terá como prioridade combater as medidas neo-liberais do governo interino e denunciar o desmonte de políticas sociais e instituições democráticas. Afora o combate ao golpe, a primeira batalha legislativa já tem nome: será o "levante contra a MP do mal", a medida provisória que fixa teto para o gasto público nos próximos 20 anos e suprime a vinculação de receitas para Saúde e Educação.
- Ela é a MP do mal porque promoverá um retrocesso intolerável, aumentando a pobreza, restringindo direitos e restaurando a desigualdade que conseguimos reduzir nos últimos anos. É do mal também porque pretende fixar na Constituição uma medida de política econômica que Temer pode ter a pretensão de adotar para seu governo mas não pode impor aos futuros governantes. Em nenhuma democracia do mundo isso seria objeto de emenda constitucional – diz Lindbergh.
O "núcleo duro" do bloco é composto pelos 22 senadores que votaram contra o afastamento da presidente Dilma mas já conta com adesões de senadores que votaram a favor. Dele fazem parte as bancadas do PT, PC do B e PDT e, individualmente, senadores do PSB (João Capiberipe e Lídice da Mata), Rede (Randolfe Rodrigues) e até do PMDB (Roberto Requião). No curso das votações de propostas do governo Temer o bloco espera ganhar adesões de senadores governistas que não estão dispostos a chancelar todas as propostas do Planalto. Até ontem, a oposição formava dois blocos: o PT-PDT e o PSB-PC do B-Rede.
Uma assessoria técnica qualificada e multidisciplinar, com especialistas em várias áreas, chefiada pelo embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, está sendo montada por Lindbergh para assessorar a liderança e o bloco anti-Temer no enfrentamento da agenda neo-liberal do Governo, que deve inclinar-se ainda mais à direita se o impeachment de Dilma for confirmado em agosto. É Samuel que aponta os embates mais importantes que estão no horizonte.
- Nossa tarefa será produzir a análise crítica das medidas nefastas que estão sendo anunciada, denunciar seus efeitos e apresentar alternativas. Esta PEC sobre o gasto público congelado é desastrosa. Se for aprovada, produzirá uma devastação social. Se o teto de gastos proposto tivesse sido adotado em 2006, por exemplo, hoje o orçamento de Saúde teria R$ 37 bilhões a menos e o da Educação seria menor em R$ 72 bilhões. Imagine-se em 20 anos de continuado congelamento do gasto público nestas áreas, como se a população não crescesse e as demandas não aumentassem! Uma medida tão drástica nunca foi imposta sequer pelo FMI. Os pobres ficarão mais pobres e todo o crescimento futuro da economia será destinado aos bancos, aos financistas e aos segmentos mais abastados.
No Brasil, diz o embaixador, segundo dados da Receita Federal, 71 mil pessoas, no topo da pirâmide renda, ganham mais que 160 salários mínimos mensais. Ou seja, R$ 1,4 milhão por mês. Dois terços destes rendimentos são isentos de tributação pois derivam de rendimentos e ganhos de capital. "Se o governo taxasse esta renda em apenas 10%, arrecadaria no mínimo R$ 20 bilhões anuais, e com isso poderia evitar muitas das maldades que estão prometidas aos brasileiros". Mas a criar impostos, o governo prefere congelar o gasto e cortar direitos.
Segue-se a lista de maldades já mencionadas por autoridades do governo:
- Reforma da Previdência, com fixação de idade mínima de 65 anos para aposentadoria.
- Fim do abono do Pis-Pasep e restrições de acesso aos benefícios da LOAS para idosos sem previdência e deficientes pobres. Nos dois casos, renda per capital familiar de um quarto do salário-mínimo. Ou seja, pessoas muito pobres mesmo. O benefício será desatrelado do salário-mínimo.
- Reforma trabalhista, com prevalência dos pontos negociados sobre as garantias legisladas, ou seja, postas em lei. Aprovação, pelo Senado, da nova regra para terceirização de mão-de-obra, já aprovada por Eduardo Cunha na Câmara.
- Abertura do pré-sal e mais privatizações.
- Mudanças na regra de demarcação de terras indígenas e quilombolas.

- Flexibilização das regras ambientais.
- Supressão do subsídio à energia de consumo doméstico.
- Desmonte das políticas para a agricultura familiar.
A lista não se esgota aqui e muitas propostas só devem ser apresentadas se Temer for efetivado. "Estamos diante de um governo que comunga do culto ao mercado. Da crença de que, reduzindo o Estado e atraindo capitais para investimento, todas estas milhões de famílias que hoje dependem da ação governamental terão seus problemas resolvidos pelo mercado. Essa gente finge desconhecer a realidade social brasileira".
Lindbergh fará nesta quinta-feira seu primeiro pronunciamento como líder da oposição, atacando toda esta agenda que, segundo Temer, será facilmente aprovada pelo Congresso. É para este enfrentamento que a oposição se arma e se prepara.

Dilma: 'Agenda da esquerda deve ser defesa integral da democracia'

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A presidente eleita Dilma Rousseff concedeu uma entrevista exclusiva a Antonia Pellegrino, do Mídia Ninja, em que definiu como sua "maior prioridade neste momento" a defesa da democracia contra o golpe que está em curso e defendeu que a agenda da esquerda e das forças democráticas brasileiras vá na mesma linha.
"A maior prioridade neste momento é defender a democracia contra o golpe que está em curso. Ao agir para impedir a interrupção ilegal do mandato que me foi conferido pela população, estou defendendo, como é minha obrigação, a Constituição e o direito dos cidadãos e das cidadãs de escolherem, por voto livre e secreto, seu governante, e lutando para que o programa de governo vencedor nas últimas eleições seja efetivamente implementado", declarou.
Para ela, "a agenda da esquerda e das forças democráticas brasileiras, devido ao golpe, tem de ser uma defesa integral da democracia".
Dilma disse ver um comportamento misógino em meio ao processo de impeachment e faz críticas à imprensa. "Embora seja difícil mensurar o quanto, é inegável que proliferaram argumentos e comportamentos misóginos ao longo de todo esse processo de impeachment. Um olhar crítico sobre a imprensa brasileira vai encontrar matérias afirmando meu desequilíbrio, minha dificuldade em lidar com situações difíceis, e tratando de forma pouco crítica adesivos e panfletos machistas e inaceitáveis em um País civilizado contra qualquer mulher".
"Estar sob a liderança de uma mulher, receber comando de uma mulher, ser dirigido por uma mulher ainda é uma novidade que incomoda e perturba a ordem supostamente natural da sociedade em nossos países. No caso do Brasil, o estranhamento é ainda maior, pois eu fui a primeira a ocupar este cargo", observou a presidente. "Nossas sociedades somente serão mais justas se incorporarem a igualdade de gênero como um valor inquestionável", ressaltou.
Leia aqui a íntegra.

22 junho 2016

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Supremo julga hoje nova denúncia contra Cunha

: <p>Presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, em coletiva de imprensa, em Brasília 05/05/2016 REUTERS/Ueslei Marcelino</p> 
O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar hoje (22) denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por supostas contas atribuídas a ele na Suíça. A partir das 14h, os ministros vão decidir se abrem a segunda ação penal contra o parlamentar nas investigações da Operação Lava Jato.
A denúncia foi apresentada em março pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Em outubro do ano passado, o Ministério Público da Suíça enviou ao Brasil documentos que mostram a origem de aproximadamente R$ 9 milhões encontrados nas contas atribuídas a Cunha.
De acordo com os investigadores da Lava Jato, os valores podem ser fruto do recebimento de propina em um contrato da Petrobras na compra de um campo de petróleo no Benin, na África, avaliado em mais de US$ 34 milhões.
A mulher de Cunha, Claudia Cruz, também foi citada na ação, mas a parte da investigação que envolve os parentes do deputado foi enviada ao juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba. A denúncia contra Claudia foi recebida no dia 9 de junho.
Ontem (21), Eduardo Cunha voltou a afirmar que está "absolutamente convicto' de que não mentiu à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras quando prestou esclarecimentos sobre denúncias de participação no esquema investigado pela Lava Jato.
No último dia 14, o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou pedido de cassação do mandato de Cunha por quebra de decoro parlamentar. Ele é acusado de ter mentido, em depoimento à CPI, sobre contas no exterior.
Cunha já responde a uma ação penal no Supremo, na qual é acusado de receber US$ 5 milhões de propina por um contrato de navios-sondas da Petrobras. Na terceira e mais recente denúncia que chegou à Corte, ele é acusado de cobrar propina para liberar verbas do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS ) para construtoras nas obras do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro.
Fonte: Andre Richter - Repórter da Agência Brasil 

Temer admite golpe, adia reformas, nega processo a Machado e elogia Cunha

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O interino Michel Temer concedeu uma entrevista reveladora ao jornalista Roberto D'Ávila, na noite de ontem, na Globonews. Num ato falou, admitiu a existência de um golpe contra a presidente Dilma Rousseff. Numa inconfidência, revelou que só tomará medidas duras, como aumentos de impostos e da idade mínima para a aposentadoria, após a segunda votação no Senado. E, numa demonstração de certo receio, sinalizou que não irá processar Sergio Machado, o ex-presidente da Transpetro que o acusa de pedir doações oriundas de propina para a campanha de Gabriel Chalita, em 2012.
O ato falho ocorreu quanto Temer explicou por que impede que a presidente Dilma Rousseff utilize o avião presidencial em seus deslocamentos. Ele afirmou que ela "utiliza o avião, ou utilizaria, para ir fazer campanha denunciando o golpe", sem falar em "suposto golpe" ou "o que ela considera ser um golpe".
"A senhora presidente tem o palácio da Alvorada, tem o palácio do Torto, tem avião para se locomover para o seu estado. Sim, porque, convenhamos, ela não está no exercício da presidência, portanto não tem atividades de natureza governamental", disse ainda Temer, que também afirmou que "jamais faltou comida" para a presidente afastada – numa referência ao bloqueio dos cartões de crédito do Alvorada.
Plebiscito sobre novas eleições
Temer também questionou a tese sobre novas eleições, defendida por setores do PT e pela própria presidente Dilma Rousseff. 
"Eu não acho útil para a senhora presidente. Porque, no instante em que ela diz que aceita um plebiscito para eleições, é porque ela deseja voltar para depois não governar. Não é útil porque, se vai voltar para depois convocar eleições, então é porque não quer governar", disse Temer.
Na verdade, o que se busca, com o plebiscito, é apenas uma saída democrática para o País, que devolva à população um governo com legitimidade. A tese de novas eleições também já é defendida pela maioria do povo brasileiro, como comprovam pesquisas de opinião já realizadas.
Reforma da previdência
Na entrevista, Temer também explicitou a lógica de seu governo. Na interinidade, benesses para os aliados. Após o impeachment, medidas duras, como o aumento de impostos e da idade mínima para aposentadoria.
"Então certas questões que neste momento ainda não deu tempo de tratar, eu tratarei depois. A questão da reforma da Previdência. Acho que eu só poderei pleitear uma reforma da Previdência se tiver a efetivação", afirmou. Ele também disse que não pensou em elevar impostos "ainda".
Caso Sergio Machado
Citado na delação de Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro que o acusa de pedir uma doação oriunda de propina para Gabriel Chalita, Temer também disse por que não irá processar seu acusador.
"O que ele [Machado] mais deseja é isso. [...] Ele quer polarizar com o presidente da República. Eu não vou dar esse valor a ele. Eu não falo para baixo", afirmou o peemedebista.
Ao comentar a situação de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acusado de manter diversas contas no exterior, Temer disse que o correligionário "está se defendendo como pode" e que é "batalhador no campo político e no campo jurídico."

21 junho 2016

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Para todos aqueles realmente capazes de ver, a fotografia tirada por você, representa o testemunho da sua existência.

Lula: "vamos começar uma nova experiência política neste país"

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O ex-presidente Lula participou, nesta segunda-feira (20), na Fundição Progresso, do lançamento da pré-candidatura da deputada federal Jandira Feghali (PC do B) à prefeitura do Rio de Janeiro.
Abaixo os principais trechos do discurso do petista:
"Esta será a primeira eleição sem financiamento empresarial de campanha. Vamos começar uma nova experiência política neste país. Vamos ter que provar que a nossa militância e o compromisso com a verdade são mais importantes do que a dinheirada que a classe empresarial colocava na campanha";
"A gente vai aprender a valorizar o trabalho de base";
"Nada será mais fictício. Não haverá programa de TV como filme, não será cenário de filme. Será a nossa candidata conversando olho no olho com cada mulher e homem do Rio";
"Se alguém tem vergonha das Olimpíadas, eu tenho orgulho";
"A medalha mais importante que vamos ganhar é mostrar ao povo do mundo que vem aqui que somos cidadãos e cidadãs que sabemos respeitar o outro"
"Governador e prefeito, não escondam os pobres. Mostrem a cara do nosso povo";
"Quero terminar dizendo pra vocês: será com muito orgulho e prazer que em algum momento a partir das convenções estaria aqui no Rio fazendo campanha para aquela pessoa que eu acho que será melhor para a cidade."

Globo vê Aécio no banco com alto teor de propina

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Minas 247 – A descoberta de que a Odebrecht mantinha um banco no exterior, em sociedade com o grupo Petrópolis, da cervejaria Itaipava, para realizar pagamentos de natureza política, pode esclarecer o conteúdo do listão da empreiteira, apreendido na Operação Xepa, uma das etapas da Lava Jato.
Com o vazamento da lista, surgiram indícios de que a Odebrecht distribuiu pelo menos US$ 117 milhões para o pagamento de propina entre 2008 e 2014. A novidade é que, agora, o operador Vinícius Veiga Borin revelou que a compra do Meinl Bank, pela Odebrecht e pelo empresário Walter Faria, do grupo Petrópolis, visava facilitar o pagamento de propinas.
Na reportagem desta segunda-feira, o jornal O Globo cita Aécio como um dos beneficiários dessas doações. "O delator não envolve diretamente a cervejaria no esquema, só informa que era sócia da Odebrecht no banco e que distribuidoras de bebidas ligadas ao grupo Petrópolis fizeram doações eleitorais. Na 23a. etapa da Lava-Jato, foi achada com um diretor da Odebrecht planilha em que essas empresas aparecem fazendo doações a políticos, entre eles Aécio Neves (PSDB-MG)."
O Globo se refere à empresa Leyroz, que doou R$ 1,6 milhão a Aécio e ao PSDB em 2010, no ano em que ele concorreu ao Senado Federal, após dois mandatos como governador de Minas (saiba mais sobre o caso aqui). À época, Aécio declarou que as doações foram legais e declaradas ao Tribunal Superior Eleitoral.

Cunha vai renunciar

: <p>Presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, em coletiva de imprensa, em Brasília 05/05/2016 REUTERS/Ueslei Marcelino</p>
Não é fácil abandonar a mansão da presidência da Câmara dos Deputados e a mordomia estimada em mais de 500 mil reais por mês e o poder inerente ao cargo, mas se quiser preservar seu mandato, a sua liberdade de ir e vir e a sua fortuna, Eduardo Cunha terá que renunciar.
É a concessão que teve de fazer dentro de um acordo costurado por Temer, que não consegue governar com a bagunça que virou a Câmara e que será o principal prejudicado se Cunha for cassado e, em consequência, preso na Operação Lava Jato e virar delator premiado.
Dada a sua importância no cenário político, onde é um protagonista de peso, somente uma delação robusta, implicando outros protagonistas, poderá livrá-lo da humilhação de ficar atrás das grades, com todo o desconforto que isso proporciona.
Não há dúvida que Temer está mais preocupado com a votação de Cunha na Câmara do que com a do impeachment no Senado, pois o conteúdo de sua provável delação poderá implicar na perda de ministros, da sua governabilidade e até no fim prematuro do seu governo.
Mas somente a renúncia não seria o bastante para Temer colocar Eliseu Padilha em campo atrás de votos para Cunha.
Ele teve também de abrir mão de fazer seu sucessor, condição exigida pelo PSDB para continuar apoiando o governo Temer e ajudá-lo a preservar o mandato de Cunha.
De acordo com esse roteiro, os tucanos têm tudo para eleger o próximo presidente da Câmara, em parceria com o PT, alijando a tropa de Cunha do poder. Na atual conjuntura, o presidente da Câmara é o primeiro na linha de sucessão de Temer, que não tem vice. Qualquer coisa que aconteça com ele, o PSDB poderá chegar à tão sonhada presidência da República.
Manter Cunha longe de Curitiba é o principal objetivo de Temer nesse momento. Não só por gratidão, pois Cunha foi imprescindível para levá-lo ao poder, mas por medo do que poderá acontecer.
No entanto, se Temer está nas mãos de Cunha, Cunha também está nas de Temer.
Nem o governo Temer resiste a uma delação premiada de Cunha, nem Cunha evita a prisão se Temer não se empenhar por ele, colocando à disposição dos senhores deputados tudo o que a máquina de governo pode oferecer para desencorajá-los a destruir Cunha.
Para início de conversa, Cunha tem a seu lado os tais "151 deputados" que ele poderia denunciar. Claro que, para se salvarem, eles precisam, antes, salvar Cunha.
Além deles, há, no entanto, (se o número for esse mesmo) 362 votos em disputa, 257 dos quais bastam para cassar Cunha. Convencer 106 deputados a apoiarem Cunha é a missão (quase impossível) de Padilha, pois a opinião pública não vai perdoá-los, se descobrir quem são.
Nada indica que, se não for cassado Cunha receberá anistia do STF, que o afastou da presidência e do mandato por tempo indeterminado, mas, mesmo se continuar afastado, como pato manco, em casa, não correrá o risco de ser preso até 2018, pois o STF não manda prender parlamentares a não ser em flagrante e os crimes de Cunha, até onde se sabe, estão no passado pretérito.
Desse modo, aguentando-se até à próxima eleição, poderá se candidatar de novo e, graças à sua eficiente máquina eleitoral (e aos votos de cabresto que tem, ao que parece, na Baixada Fluminense e junto ao eleitorado evangélico) poderá se reeleger e assim continuar protegido pelo foro privilegiado do STF, onde os processos tendem a se arrastar ad infinitum.
A vantagem para Cunha, além disso, é que, ao renunciar e se recolher à sua caverna dourada ele sai dos holofotes da imprensa, podendo desfrutar de um saudável quase anonimato, o que favorece negociações de bastidores.
Não se sabe se a sua renúncia será suficiente para aplacar o ódio que os brasileiros nutrem em relação a ele, mas ele não tem outra escolha.
Ou renuncia já ou faz as malas para Curitiba.

20 junho 2016

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A bondade é o pilar que sustenta a grandiosidade, por isso dizemos que para ser grande é preciso estar ao lado das pessoas, e não acima.

Empresário que citou Temer desiste de delação

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Um dos donos da Engevix, José Antunes Sobrinho, que citou o presidente interino Michel Temer na Lava Jato, desistiu do acordo de delação.
Ele prometia entregar provas à Lava Jato do pagamento de R$ 1 milhão a um interlocutor do presidente interino Michel Temer (PMDB), como forma de agradecimento pela participação em contrato de R$ 162 milhões da Eletronuclear, refere à usina de Angra 3. No entanto, ele decidiu interromper a negociação depois de, segundo seus advogados, ter sido absolvido em uma das ações da operação por falta de prova. Investigadores acreditam em outras motivações.
A Argeplan, uma empresa de arquitetura de São Paulo que seria ligada a Temer, ganhou licitação da Eletronuclear para operar na usina de Angra 3 em 2012. Sobrinho teria feito ao menos dois encontros no escritório de Temer, em São Paulo, acompanhado de um dos sócios da empresa, João Baptista Lima Filho, para tratar de assuntos ligados à Eletronuclear. O executivo afirma que pagou R$ 1 milhão para a campanha do peemedebista em 2014, sob pressão de Lima, que dizia agir em nome de Temer. O vice confirma os encontros, mas nega pagamentos ilícitos.

Rollemberg: Temer precisa pensar nos outros estados

Pedro Ventura/Agência Brasília: <p>Governador Rodrigo Rollemberg</p> 
O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, que hoje recebe diversos governadores antes de uma reunião com o presidente interino Michel Temer, defende que a renegociação da dívida dos estados seja feita de forma geral – e não apenas para o Rio de Janeiro.
"É importante alinhar uma proposta dos governadores. A renegociação é fundamental para o Rio, São Paulo e Minas, por exemplo. Acho que o Rio merece nossa solidariedade nesse momento difícil. Perdeu muitos recursos em função da redução do preço do petróleo. Mas o governo também precisa olhar para os demais Estados. O melhor seria fazer uma renegociação de caráter geral e depois uma mais específica, atendendo a cada federação", disse ele.
Rollemberg afirma que é possível aceitar um ano de carência para os pagamentos das dívidas, em vez de dois anos, como era a proposta original dos governadores.

Abaixo-assinado na Casa Branca pede que EUA não reconheçam Temer

REUTERS/Kevin Lamarque: <p>Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama faz declaração na Casa Branca sobre tiroteio em Oregon. 01/10/2015 REUTERS/Kevin Lamarque</p> 
Do jornal GGN Neste momento há um abaixo assinado no site da Casa Branca pedindo que os Estados Unidos denunciem o golpe e não reconheçam o governo Temer. Se conseguirmos 100 mil assinaturas até dia 26, eles são obrigados a discutir o assunto!
Tem que colocar email válido. Eles mandam um email pra verificar que você é de verdade e que assinou só uma vez.

Lições que aprendemos em um mês de governo Temer

Lula Marques/Agência PT: <p>Brasília- DF 02-03-2016 Deputado, Paulo Pimenta e outros deputados recebem o Músico e ativista, Tico Santa Cruz, que falou sobre ameaças de morte que vem sofrendo na internet. Foto Lula Marques/Agência PT</p> 
Por Tico Santa Cruz, no Brasil de Fato
Pessoas que postavam coisas nas redes sociais sobre política, principalmente sobre o impeachment, passaram a falar sobre gatos, cachorros, comidas, filhos, passeios, jogos de futebol etc.
Aqueles que diziam estar lutando contra a corrupção, em grande maioria, devem estar dormindo há um mês ou mudaram de país. Vejo poucos falando sobre Cunha, Temer, Jucá e Renan. Os que ainda falam só mencionam Lula e Dilma, ainda que Dilma não tenha sido inserida na Lava Jato.
Muita gente percebeu que o problema do Brasil é muito mais grave, que não basta mudar um presidente ou culpar um partido. Parece ter ficado claro que envolve praticamente todo o sistema e isso gerou uma descrença total.
Há um constrangimento sincero das pessoas sérias. Muitas delas estão indignadas e se sentem usadas por movimentos que se diziam contra a corrupção, mas que na verdade estavam atuando em nome dos interesses das pessoas que tomaram o poder.
Ficou evidente que o objetivo desse governo interino é acabar com a Lava Jato. Pois, o deputado federal afastado, Eduardo Cunha (PMDB), e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado podem acabar com a República se continuarem contando tudo o que sabem.
E depois de tudo isso, a grande imprensa ainda continua seu malabarismo para tentar viabilizar o governo interino.
Não adianta trocar as peças do jogo se as regras forem as mesmas. Só uma reforma política profunda poderá nos devolver a esperança de ver esse país entrar nos trilhos.

19 junho 2016

O ganhador do sorteio

Conheça o ganhador da moto do sorteio da Paróquia Nossa Senhora dos Aflitos.
Obrigada a todos que contribuíram e ajudaram, comprando um bilhete, Deus lhe der em dobro...

18 junho 2016

É hoje, venha e participe do São João da Paróquia de Nossa Senhora dos Aflitos

Canjica ficando pronta para o São João da Paróquia de Nossa Senhora dos Aflitos, boa demais!
As vendas a partir das 15h, no Centro Social Padre João Maria e cada pratinho custa R$ 3,00, se possível leve o dinheiro trocado.

TODOS ESTÃO CONVIDADOS!

População rejeita todas as propostas de Temer

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Levantamento realizado pelo instituto Paraná Pesquisas a pedido do Brasil 247 aponta rejeição da população às principais propostas anunciadas até o momento pelo governo interino de Michel Temer.
Foram feitas perguntas sobre três medidas específicas aos 2.004 eleitores entrevistados em 162 municípios do País entre 11 e 14 de junho: a abertura do pré-sal, a proposta que coloca um teto para os gastos públicos e a reforma da Previdência.
De acordo com a amostra, 59,5% dos brasileiros são contra mudar a regra de exploração do pré-sal para que empresas estrangeiras também possam participar do negócio, e não só a Petrobras. A favor da medida estão 28,5%.
Quanto à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) enviada essa semana ao Congresso que propõe o limite de gastos públicos, incluindo saúde e educação, 56,1% se dizem contra, ante 38,5% que responderam ser favoráveis.
Já sobre a reforma da Previdência, expressivos 79% afirmam ser contra a ideia de se aposentar mais tarde. Nesta sexta-feira, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que uma proposta da reforma previdenciária deve sair em até dois meses.

Temer não paga reajuste do Bolsa Família concedido por Dilma

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O presidente interino Michel Temer não concedeu o reajuste de 9% previsto para este mês aos beneficiários do programa Bolsa Família. A informação foi confirmada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, responsável pela gestão do programa, que atende 13,9 milhões de famílias no país.
O anúncio do reajuste foi feito pela presidente Dilma Rousseff durante ato no dia 1º de maio, em São Paulo (relembre aqui). O reajuste elevou o benefício médio para R$ 176 (aqui).
"O governo Dilma ficou dois anos sem dar reajuste no Bolsa Família. Estamos fazendo uma avaliação nos cortes promovidos pelo governo anterior, que chegam a R$ 1,6 bilhão, para poder conceder o reajuste", informou o ministério em nota ao portal UOL. O texto diz ainda que não há data para a conclusão de estudos sobre as possibilidades de reajuste do benefício.
O pagamento do benefício do mês de junho começou nesta sexta-feira (17), contemplando as famílias com número final de inscrição "1". Ao todo, o pagamento do programa social ocorre em dez datas diferentes. Este mês, o calendário oficial vai até o dia 30 de junho, quando são pagos os beneficiários com número final "0".
Quando anunciou a medida, Dilma explicou que a proposta estava prevista na proposta de orçamento enviada para o Congresso, em 2015. "Essa proposta estava prevista, e diante do quadro atual, tomamos medidas que garantem aumento na receita neste ano e nos próximos para viabilizar esse aumento no Bolsa Família. Tudo isso sem comprometer o cenário fiscal", afirmou ela.
Em Recife, nesta sexta-feira (17), Dilma Rousseff comentou o não pagamento do reajuste e disse que se trata de "mesquinharia".
"Não pagaram o reajuste do Bolsa Família, de 9%, que nós tínhamos deixado os recursos e aprovado direitinho, todas as condições para ser pago. Aí vocês vejam, quanto custa isso? Custa menos de R$ 1 bilhão, mas ao mesmo tempo vão e aumentam o deficit e dão aumento para todos que lhe interessam, que montam na casa de R$ 56 bilhões. Para o povo pobre, R$ 1 bilhão é muito; para os ricos, R$ 56 bilhões é pouco. É esse o governo da desigualdade, da mesquinharia com o nosso povo. Não pagar o reajuste do Bolsa Família é uma mesquinharia com o povo pobre desse país", disse.
Para Dilma, essa decisão "mostra a verdadeira alma, o verdadeiro intuito, o verdadeiro objetivo desse governo provisório, ilegítimo e interino, que é reduzir o máximo que puderem dos direitos conquistados, dos direitos sociais, dos direitos de cada um dos brasileiros, principalmente daqueles mais pobres".

Usina de propinas enterrou o governo usurpador

: Sérgio Machado, tucano por quase dez anos [foi deputado federal e senador pelo PSDB] e peemedebista nos últimos quinze anos, denunciou nominalmente mais de 20 caciques políticos do PMDB, PSDB, DEM e PP, partidos que historicamente se beneficiam de esquemas de propinas e corrupção montados na Petrobrás.
Ele revelou em detalhes os valores roubados entre 2003 e 2014 – que, atualizados, devem ultrapassar a casa dos R$ 300 milhões. E revelou, também detalhadamente, as circunstâncias de distribuição de dinheiro e o modo preferido de cada político para receber a propina – se diretamente, através de prepostos, de intermediários, disfarçado em contribuição eleitoral etc.
O conspirador Michel Temer e outros golpistas proeminentes como Aécio Neves, Romero Jucá, Agripino Maia, Sarney, Heráclito Fortes [ex-DEM, hoje PSB], Henrique Alves são citados com uma impressionante riqueza de detalhes. Michel Temer, por exemplo, em certa ocasião reuniu-se com Sérgio Machado na Base Aérea da FAB para organizar a distribuição de propina.
Sérgio Machado, assim como Delcídio do Amaral, é outro elo da corrupção histórica na Petrobrás. Ambos transitavam com intimidade pelas entranhas podres do reino dos golpistas corruptos.
Esses dois criminosos desviaram centenas de milhões de reais em corrupção na Petrobrás em pouco mais de duas décadas. Além deles, a ação continuada de outros criminosos do gênero do Paulo Roberto Costa, Nestor Cerveró, Renato Duque, Pedro Barusco e outros ex-diretores que atuavam na estatal desde o governo FHC, elevam as cifras roubadas ao patamar dos bilhões de reais.
Considerada, todavia, a corrupção em outras estatais convertidas em capitanias hereditárias dos partidos políticos [Furnas, por exemplo, é um feudo do Aécio] e nos escândalos como Zelotes [que envolve propinas para a compra de anistia fiscal], a soma de dinheiro público roubado atinge a casa de centenas de bilhões de reais.
A classe dominante inoculou o Estado brasileiro com uma cultura corrupta, que se reproduz e se perpetua através de um sistema político totalmente deformado pela dominância do dinheiro e do tráfico de interesses privados/empresariais.
A delação do Sérgio Machado põe a nu a usina de corrupção que financia os golpistas; ela não deixa pedra sobre pedra. O sistema político ruiu; os pilares que o sustentam estão apodrecidos.
O presidente-usurpador Michel Temer, capitão-mor do golpe de Estado, foi atingido mortalmente, junto com seus sócios do PMDB, PSDB, DEM, PP e satélites. O governo usurpador acabou, não tem a menor condição de continuar sua interinidade.
O ministro-usurpador da Casa Civil, Eliseu Padilha, incrivelmente se apressa em defender o fim da Lava Jato. Melhor faria se propusesse [1] a continuidade e aprofundamento das investigações sem seletividade, [2] a renúncia do governo usurpador e a devolução do mandato da Presidente Dilma e [3] a convocação imediata de uma Constituinte para a reforma política.

Mais um "golpista corrupto" ELIMINADO!

17 junho 2016

Com a presença de Robinson Faria, Elídio entrega em julho novo conjunto habitacional de Jardim de Piranhas.

Segue em ritmo acelerado a obra do novo conjunto habitacional do município de Jardim de Piranhas. Com sessenta casas, a obra já finalizou o serviço de encanação de água e nesta sexta-feira (17) será concluído a instalação da rede elétrica garantindo assim a entrega das casas para o próximo dia 01 de julho com a presença do governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria. Localizado no bairro Novo Jardim, o conjunto habitacional se chamará professor José Henrique de Araújo que foi prefeito do município. Em reconhecimento da importância do projeto para o município, o prefeito Elídio Queiroz, relatou da satisfação em ver a felicidade estampada nos rostos das famílias beneficiadas pelo projeto. "Hoje estou mais feliz por ter contribuído com uma parte do sonho de quem deseja a casa própria. Agora começará mais uma etapa na vida de cada morador. Quero desejar a todos os beneficiários, muita paz, harmonia e um bom convívio com os vizinhos e familiares", disse Elídio.
 

Jardim de Piranhas é um dos 9 municípios do Rio Grande do Norte a criar uma política de estado pra cultura.

O município de Jardim de Piranhas é um dos nove municípios do Rio Grande do Norte a criar uma política de estado para a cultura. Nesta quinta-feira (16) A Câmara Municipal de Jardim de Piranhas aprovou projeto de lei Nº 0012/2016 que cria o Plano Municipal de Cultura. Desde 2013, primeiro ano da gestão Elídio Queiroz, que o município acatou o indicativo do Ministério da Cultura para regularização do marco legal da cultura e aderiu ao Sistema Nacional de Cultura. Durante os últimos quatro anos foi realizada uma Conferência Municipal de Cultura, o que apontou como indicativo de política de estado a criação Sistema Municipal de Cultura, Conselho Municipal de Política Cultural, Fundo de Cultura, Lei de Incentivo a Cultura e agora é aprovado o Plano Municipal de Cultura. As gestões dos próximos 10 anos irão trabalhar em cima das ações do plano que contemplam atividades do próprio poder público, sociedade civil e as diversas áreas como música, teatro, capoeira, artesanato, literatura, eventos, tradições populares envolvendo todos os seguimentos culturais da cidade.

Delação da Odebrecht terá Temer, 13 governadores e 100 parlamentares

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A resposta "veemente" que o presidente interino Michel Temer deu hoje sobre a delação de Sergio Machado, de que teria pedido recursos ilícitos no valor de R$ 1,5 milhão para a campanha de Gabriel Chalita, não deve ser a última sobre seu eventual envolvimento com o esquema investigado pela Lava Jato.  No acordo preliminar para  sacramentar  a delação premiada da construtora Odebrecht, um dos executivos promete falar sobre uma doação de R$ 50 milhões para o PMDB, que teria tido a intermediação de caciques do partido, inclusive de Temer.   Os termos preliminares de uma delação podem acabar não figurando  nos depoimentos oficiais, que ainda não foram tomados,  mas esta revelação, segundo fontes do Ministério Público, aparece no termo preliminar.
Este esboço que vem sendo negociado incluiria a participação de quase 50 executivos da empresa que tiveram, em diferentes momentos, participação no esquema de "financiamento ilícito e ilegal" de atividades político-partidárias, conforme definição da própria Odebrecht  em sua nota de março, quando anunciou uma "colaboração definitiva" com a Lava Jato.
A delação que assombra o mundo político deve implicar vários partidos, como PMDB, PSDB, PT, PP, DEM e outros, 13 governadores  (ou ex-governadores) e cerca de 100 parlamentares  que teriam recebido recursos ilícitos, derivados do fechamento de contratos com a Petrobrás e outras estatais, sob a forma de doações . Algumas declaradas oficialmente, outras por debaixo do pano, o popular caixa dois.
O detalhamento dos R$ 50 milhões destinados ao PMDB não deixaria pedra sobre pedra na cúpula do partido que hoje comanda o governo.
Temer, pessoalmente, é alvo de outras duas citações na Lava Jato que  vêm sendo deixadas no esquecimento. Uma aparece na transcrição de conversa por rede eletrônica entre Léo Pinheiro, da OAS, e Eduardo Cunha, que reclama de um pagamento de R$ 5 milhões a Temer, sem retirar a parcela de outros peemedebistas. Pinheiro então diz que explicará melhor depois,   mas esclarece que se trata de recursos relacionados com outra coisa, a concessão do aeroporto de Guarulhos à OAS.
A informação sobre o suposto pagamento a Temer aparece na  manifestação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, ao fundamentar a autorização para a Operação Catilinárias, em dezembro passado. Eis um trecho do pedido do procurador-geral Rodrigo Janot,  transcrito por Teori ao autorizar a operação: “Eduardo Cunha cobrou Léo Pinheiro por ter pago, de uma vez, para Michel Temer,  a quantia de R$ 5 milhões, tendo adiado  os compromissos com a 'turma'.”  Na época, Temer explicou tratar-se de uma doação legal de R$ 5 milhões da OAS ao PMDB . A Folha de São Paulo tratou do assunto na matéria que pode ser acessada pelo seguinte link.
Voltou ao assunto este ano nesta outra matéria:
Em 23 de abril deste ano a Folha publicou o editorial "Sombra sobre Temer", que aborda outra citação ao hoje presidente interino, esta feita pelo executivo da construtora Engevix,  José Antônio Sobrinho. Ele declara ter sido pressionado a pagar um milhão de reais para a campanha de Temer em 2014. "Não se trata do único caso. A própria delação premiada de Delcídio do Amaral (sem partido-MS), ex-líder do governo no Senado –documento importante na constituição de todo o clima favorável ao impeachment de Dilma–, menciona o vice-presidente como padrinho na indicação de diretores da Petrobras hoje acusados de corrupção", diz um trecho do editorial que pode ser lido aqui: http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2016/04/1763960-sombras-sobre-temer.shtml
Estes dois assuntos, entretanto, sumiram do noticiário.  Mas na Lava Jato, tudo um dia volta a circular.